Itaquá é a cidade que mais gerou emprego no primeiro trimestre na região

A cidade de Itaquaquecetuba é a que mais gerou empregos na região no primeiro trimestre de 2017. Os dados são do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) ligado ao Ministério do Trabalho e Emprego.

Entre a variação absoluta, onde são contabilizados os números de contratados e demitidos, foram gerados 377 novos postos de trabalho, mais que o dobro da cidade que ficou em segundo lugar. O bom desempenho do município deve-se, principalmente, a instalação do Itaquá Garden Shopping que gerou 3 mil empregos direta e indiretamente, sendo que em sua grande maioria, são moradores do próprio município.

O prefeito Dr. Mamoru Nakashima comemorou os resultados e disse que os índices devem melhorar ainda mais nos próximos meses. “Estamos acertando também a vinda de um grande hotel para a cidade que vai gerar muitos empregos, além de novas indústrias que estão iniciando conversas para se instalar no município”, disse o prefeito.

Mamoru também destacou que em meio a crise vivida pelo país, Itaquá vem se desenvolvendo gerando emprego e renda. “No primeiro trimestre deste ano, os números do Ministério do Trabalho mostram que o país perdeu quase 68 mil postos de trabalho, já Itaquá vai ao sentido contrário, está abrindo portas de emprego”, comentou.

Entre as prioridades da administração para ampliar a geração de empregos está a melhoria das condições de segurança, iluminação e infraestrutura do parque industrial, para atrair novas empresas.

Nível de emprego industrial no Alto Tietê

O nível de emprego industrial na Diretoria Alto Tietê do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (CIESP) apresentou uma ligeira recuperação no mês de março/2017. A variação ficou em 0,09%, o que significou um aumento de aproximadamente 50 postos de trabalho e quebrou a sequência de demissões nas empresas instaladas nas cidades de Biritiba Mirim, Ferraz de Vasconcelos, Guararema, Itaquaquecetuba, Mogi das Cruzes, Poá, Salesópolis e Suzano. No Estado, a variação foi de 0,45%.

Apesar do resultado favorável de março,  o nível de emprego industrial acumulado no ano permanece negativo em -0,76%,  o que corresponde a uma redução de aproximadamente 450 postos de trabalho no Alto Tietê. Nos últimos 12 meses, o acumulado é de -5,39%, representando uma queda de aproximadamente 3.300 empregos.

“Ainda é prematuro para falar em recuperação até porque esse é o primeiro resultado positivo que temos no ano e precisamos aguardar o comportamento dos próximos meses. Mas, sem dúvida, o desempenho de março aponta a tendência de estabilidade que tanto estamos esperando. Interromper a curva de demissões é fundamental para começar a se pensar em retomada”, ressalta o diretor do CIESP Alto Tietê, José Francisco Caseiro.

Em março/2017, o nível de emprego industrial no Alto Tietê foi influenciado pelas variações positivas de Produtos Têxteis (4,28%) e Celulose, Papel e Produtos de Papel (0,88%), que foram os setores que mais influenciaram o cálculo do indicador total da região.

O resultado só não foi melhor devido às variações negativas dos setores de Produtos de Metal, exceto Máquinas e Equipamentos (-3,39%) e Produtos de Borracha e de Material Plástico (-0,45%). A tabela abaixo mostra o comportamento setorial dos meses de março de 2016 e 2017 e os acumulados no ano e em 12 meses.

emprego - quadro 1

Quando comparados os meses de março dos anos de 2016 e 2017, temos um cenário melhor, pois em março de 2016 o resultado foi negativo em 2,92%. O gráfico abaixo mostra os resultados comparativos da Diretoria Regional dos meses de março nos anos de 2006 a 2017.

O gráfico abaixo mostra o desempenho das variações mensais da Diretoria Regional no período de março/2015 a março/2017.

emprego - quadro 2